O maior desafio: conquistar autonomia
Um dos maiores desafios de uma criança ou adolescente com autismo é desenvolver habilidades que a tornem o mais independente possível. Nada é mais desejado por pais e profissionais do que vê-la lidar com situações diversas sem depender de ajuda para as tarefas do dia a dia.
A boa notícia é que essa evolução é real, graças a tratamentos baseados em evidências científicas, como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA), que têm feito grande diferença no desenvolvimento desse público quando aplicados por profissionais capacitados.
O primeiro passo é da família
Antes de qualquer intervenção, é preciso buscar ajuda de profissionais qualificados, que trabalhem com práticas comprovadas e sejam capazes de:
- Identificar sinais do transtorno e orientar o encaminhamento para o diagnóstico;
- Avaliar o aprendiz com instrumentos adequados e validados (VB-MAPP, ABLLS-R, Portage);
- Elaborar um Plano de Ensino Individualizado (PEI);
- Intervir com materiais e atividades adaptadas e personalizadas;
- Tornar o aprendizado motivador e prazeroso, promovendo o desenvolvimento global e a autonomia.
O que trabalhamos no atendimento
- Comunicação e linguagem
- Interação e habilidades sociais
- Autocuidado e rotina
- Brincar funcional
- Alfabetização
- Manejo de comportamentos interferentes
“Não há inclusão verdadeira sem saber especializado.”
Lucelmo Lacerda
Perguntas frequentes sobre autismo
Qual o melhor tratamento para o autismo?
Atualmente, as intervenções baseadas em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) são as que reúnem maior evidência científica para o desenvolvimento de pessoas com TEA, quando aplicadas por profissionais capacitados e com um plano individualizado.
Quando devo procurar ajuda?
Ao perceber atrasos na fala, pouca interação, comportamentos repetitivos ou dificuldades na escola, procure orientação. Não é preciso esperar o diagnóstico fechado para começar a estimular a criança. Quanto antes, melhor.
Vocês fazem o diagnóstico de autismo?
O diagnóstico é médico. Meu papel é identificar sinais, orientar o encaminhamento, avaliar as habilidades com instrumentos validados e conduzir a intervenção psicopedagógica e comportamental.